Estudar no Exterior na França: A Experiência de Intercâmbio da Saskia

Estudar no exterior não é apenas sobre lições. É sobre a vida diária, rotinas familiares e os pequenos momentos que fazem um lugar se tornar familiar.

Eu sou Liby da Nacel, e conversei com Saskia, uma estudante australiana que passou dezembro na França. Ela viveu com uma host family, ingressou em uma escola local e descobriu as tradições francesas de primeira mão.


Uma nota rápida sobre a configuração de Saskia na França

Saskia ingressou em uma host-family (família anfitriã) que também inclui tempo em uma escola francesa local. O programa é projetado para estudantes australianos que viajam durante o período de novembro a janeiro, com colocações em toda a França.

(Se você está lendo isso e quer todos os detalhes práticos, link aqui: host family e integração escolar na França.)

Por que ela escolheu a França

Liby (Nacel): O que te inspirou a viajar para o exterior, para a França?

Saskia (Aluna): "Eu queria me imergir na língua e cultura francesas de uma maneira autêntica, além do que é possível em uma sala de aula. Viver com uma família francesa e ir para uma escola local parecia a melhor oportunidade para realmente experimentar a vida cotidiana na França.”

Essa frase resume o que muitas famílias esperam quando procuram autênticas experiências de intercâmbio de estudantes na França. Não uma excursão. Um verdadeiro pedaço da vida cotidiana.



Seus momentos favoritos

Liby (Nacel): Qual foi a sua parte favorita do programa?

Saskia (Aluno): “É difícil escolher apenas uma! Experimentar um almoço de Natal francês tradicional na zona rural foi mágico, e visitar locais históricos como Omaha Beach e Mont-Saint-Michel com minha família anfitriã fez tudo o que eu havia aprendido se tornar realidade. Participar do meu primeiro casamento verdadeiro e ainda por cima na França, também foi uma experiência cultural inesquecível.”

Dezembro pode ser um momento especial para uma experiência de estudos na França. Você vê as tradições de perto, não de fora.

Vida na host family e primeiras impressões

Liby (Nacel): Como foi a interação com sua família anfitriã?

Saskia (Estudante): “Minha família anfitriã foi incrivelmente acolhedora e prestativa. Antes de eu chegar, tivemos algumas chamadas de WhatsApp que realmente ajudaram a acalmar meus nervos. Minha irmã anfitriã, que era dois anos mais nova, foi muito generosa. Ela até desistiu do próprio quarto para eu ficar durante todo o mês. Eles me trataram como família e fizeram questão de me mostrar locais importantes e me incluir em todas as suas atividades.”

Essas primeiras mensagens e chamadas podem mudar tudo. Isso transforma “chegar” em “encontrar pessoas que você já conhece”.

Descobertas culinárias

Liby (Nacel): Que nova comida você experimentou?

Saskia (Estudante): “Eu experimentei tantas comidas novas. O tradicional almoço de Natal francês estava cheio de pratos que nunca experimentei antes, e comer autêntica comida francesa preparada em casa todos os dias foi incrível. Tudo, desde os cafés da manhã diários até as refeições de ocasiões especiais, foi uma aventura.”

A comida também é aprendizado de idiomas. Você adquire vocabulário, hábitos e o ritmo do dia.


Experiência escolar & suporte Nacel


Liby (Nacel): Como foi sua experiência na escola?

Saskia (Estudante): “Frequentar a escola francesa nas primeiras duas semanas foi desafiador, mas gratificante. Me incentivou a usar muito o francês e me deu uma visão de como os estudantes franceses aprendem. Ter o recesso de férias depois proporcionou um bom equilíbrio entre o aprendizado estruturado e a imersão cultural com minha host family.”

Essa é a parte que muitos estudantes mais lembram. A escola força você a tentar. Você escuta, você adivinha, você fala, você melhora.

Liby (Nacel): Como a equipe da Nacel apoia você em sua jornada? Você nos recomendaria?

Saskia (Estudante): “A Nacel organizou tudo de forma impecável, o que foi especialmente importante já que somos da Austrália. Eles cuidaram de todos os detalhes com cuidado e profissionalismo, fazendo minha família se sentir confiante em me enviar para a França. Eu absolutamente recomendaria a Nacel. Seu apoio fez toda a experiência ser tranquila e sem preocupações.”

De nossa parte, o programa inclui suporte durante a estadia, incluindo uma linha direta 24/7.

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O que os futuros alunos devem saber

Liby (Nacel): Qual é a uma coisa que todo futuro participante deve saber sobre o seu programa antes do início do mesmo?

Saskia (Estudante): “Esteja preparado para sair da sua zona de conforto, mas saiba que os sistemas de apoio estão presentes. A combinação de frequência escolar e tempo de férias proporciona tanto um aprendizado estruturado quanto um tempo familiar descontraído, o que cria uma experiência bem equilibrada.”

Esse equilíbrio é o que faz parecer real. Você obtém esforço e descanso na mesma viagem.

Liby (Nacel): E aqueles estudantes que estão hesitantes ou com medo? O que você diria para eles?

Saskia (Estudante): “Eu também estava nervosa. Mas ter aquelas primeiras conversas pelo WhatsApp com minha família adotiva antes de chegar realmente ajudou. Uma vez que você está lá, percebe o quão acolhedor e paciente todos são. O nervosismo rapidamente desaparece, e o que permanece é uma experiência incrível e que muda a vida. Não deixe o medo te impedir de algo tão espetacular.”

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Jojanneke de Jong
Gerente de Equipe da Nacel Educational Travel

Jojanneke é a gerente da equipe de viagens educacionais da Nacel e trabalha com a Nacel desde fevereiro de 2022.

Ela se comunica com estudantes de todo o mundo para entender exatamente o que eles estão procurando e para aconselhá-los sobre os programas que melhor se adequam ao seu interesse e orçamento. Ela se sente muito afortunada por ter tido a oportunidade de viajar para muitos países diferentes e trabalhar na Holanda, Guatemala, Espanha, Portugal, França, Bulgária e Luxemburgo. Ela estudou em uma universidade holandesa.

Jojanneke também participou de um curso de espanhol na Guatemala e estudou na França. É por isso que ela conhece perfeitamente as necessidades dos futuros intercambistas. Mas como mãe, ela também entende as necessidades e preocupações dos pais que enviam seus filhos para o exterior. Ela fornece a empatia e a compreensão que os pais e os estudantes precisam durante todo o processo de seu projeto.